A B3 deu um passo decisivo para aumentar a transparência do mercado financeiro nacional ao lançar a classificação de "Empresas e Ações Verdes" (Green Equity).
A iniciativa visa rotular companhias listadas que possuam uma parcela relevante de sua receita e investimentos (CapEx) vinda de atividades econômicas sustentáveis. A metodologia baseia-se em taxonomias internacionais, permitindo que investidores identifiquem, com um clique, quem realmente lidera a transição climática no país.
Até então, o rótulo "ESG" era muitas vezes autodeclarado ou baseado em relatórios subjetivos. Com a nova classificação da B3, o critério torna-se técnico e auditável. Para o ecossistema de Transformação de Ativos, isso é fundamental: empresas classificadas como "verdes" na B3 são as originadoras naturais dos ativos de alta integridade negociados na B4.
Para receber o selo, as empresas devem cumprir requisitos rigorosos:
A padronização alinha o Brasil às melhores práticas da União Europeia e dos EUA. Isso reduz o risco de Greenwashing e atrai o investidor institucional estrangeiro, que hoje possui trilhões de dólares destinados exclusivamente a ativos com rastreabilidade e governança comprovada.